Eletrofitas: o que são e para que servem

Você já ouviu falar em eletrofitas? É um produto inovador desenvolvido no Brasil e se apresenta como a solução ideal para instalações elétricas sem precisar quebrar paredes.

As eletrofitas são condutores elétricos de alta tecnologia e em forma de fita autoadesiva. Podem ser aplicadas em paredes, divisórias, dry-wall, lajes, tetos e pisos de maneira rápida e prática, sem deixar relevos nas superfícies.

Ele não foi criado para substituir os fios em toda a instalação, mas permite aumentar o número de tomadas ou pontos de iluminação, por exemplo. Após aplicadas, elas são completamente ocultadas sob o acabamento, deixando um visual limpo no ambiente.

A instalação é rápida e fácil de fazer. Porém, instalar corretamente é o segredo para obter o melhor desempenho do produto, que é um dos destaques do mês na nossa loja. Seguindo um passo a passo e utilizando algumas ferramentas básicas é possível ampliar a rede elétrica de um ambiente sem quebra-quebra, sem sujeira e com um acabamento perfeito.

Nesse link é possível ter todas as informações sobre como instalar. Assista o vídeo abaixo e veja como é simples:

Esta novidade já está disponível em nossa loja. Confira!

Estamos de volta com o nosso blog e, a cada mês, vamos mostrar novidades do mercado elétrico e os produtos em destaque! Fique de olho nas nossas postagens!

Redução da conta de luz pode custar caro para o consumidor

Redução da conta de luz pode custar caro para o Consumidor 

O governo federal não tem mais recursos em fundos setoriais para as indenizações que terá de pagar às empresas do setor elétrico. Essas empresas aderiram ao pacote de renovação antecipada das concessões, que bancou o desconto médio de 20% na conta de luz para os consumidores.
A redução foi anunciada por Dilma Rousseff em cadeia nacional de rádio e televisão. Com saldo insuficiente para essa despesa, caberá ao Tesouro Nacional e, em última instância, ao contribuinte, desembolsar pelo menos R$ 6,7 bilhões nos próximos quatro anos para reembolsar as companhias.

Parte do dinheiro do fundo que foi criado para indenizar as concessionárias foi transferido para bancar outra despesa. Em maio, R$ 2,5 bilhões saíram da Reserva Global de Reversão (RGR) para outro fundo, a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que financia o gasto com as usinas térmicas, programas para a população de baixa renda, Luz para Todos e alguns subsídios.

Essa operação vem sendo mantida sob sigilo pelo governo. O motivo da transferência é que a CDE não tinha saldo suficiente para pagar as despesas com as térmicas e com subsídios que tiveram de ser elevados porque Cesp, Cemig e Copel não quiseram renovar suas concessões.Com a operação, o saldo da RGR baixou para algo em torno de R$ 2,4 bilhões.

Conforme dados da movimentação financeira do fundo, o governo pagou R$ 7,9 bilhões em janeiro para as empresas que optaram por receber o dinheiro à vista. Restavam R$ 12,1 bilhões, a ser pagos em parcelas mensais nos próximos quatro anos. Três parcelas foram pagas, em fevereiro, março e abril, totalizando R$ 1,5 bilhão. Como os dados de maio, junho e julho não foram disponibilizados, estima-se que outros R$ 1,5 bilhão tenham sido pagos nesse período. Faltariam, portanto, R$ 9,1 bilhões em indenizações.

Como o saldo do fundo está em R$ 2,4 bilhões, faltam recursos para pagar, pelo menos, R$ 6,7 bilhões em números de hoje. Esses valores serão atualizados pelo IPCA e acrescidos de remuneração de 5,59% ao ano. Como a RGR foi praticamente extinta, a entrada de recursos no fundo é insuficiente para pagar essa conta.

Ainda com base na média mensal de indenizações, de cerca de R$ 500 milhões, até o fim do ano o saldo da RGR terá chegado a zero, sem que o total das indenizações tenha sido pago. Para se ter ideia do tamanho da conta, no início do ano, o fundo contava com um saldo de R$ 15,258 bilhões. Não se sabe como o governo vai cobrir esse buraco. Fontes confirmam que a equipe econômica também não sabe ainda como repor as perdas. A ideia do governo era usar dinheiro a receber da usina de Itaipu, mas, na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou essa hipótese e confirmou que serão despesas primárias.

Procurado, o Ministério de Minas e Energia (MME) informou que a transferência de recursos da RGR à CDE é permitida por lei. Conforme o ministério, a legislação também autoriza repasses da CDE à RGR, até mesmo para o pagamento de indenizações. “É natural da gestão dos fundos que haja transferência de recursos entre a RGR e a CDE, e vice-versa”, afirma o MME.

Por fim, o ministério afirma que a gestão dos fundos setoriais é delegada por lei à Eletrobrás e que o Ministério da Fazenda é o órgão responsável por autorizar aportes do Tesouro à CDE.

(fonte: O Estado de São Paulo)

Leilão que inclui fonte solar está em audiência

Leilão A-3 / 2013, que inclui Fonte Solar, está em audiência

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou no último dia 5 audiência pública para obter contribuições à proposta de edital do Leilão nº 09/2013 (A-3), destinado à compra de energia de novos empreendimentos de geração eólica, solar e termelétrica a biomassa ou a gás natural em ciclo combinado com início de suprimento a partir de 1º/01/2016. Segundo a Portaria MME 270/2013, o leilão deve ocorrer no dia 18/11/2013.

Pela primeira vez poderão participar do leilão empreendimentos de geração solar, na modalidade por disponibilidade, cuja potência seja igual ou maior que 5 MW e Custo Variável Unitário (CVU)* igual a zero.

A proposta de edital traz inovações: o cronograma físico de implantação do empreendimento apresentado pelo vendedor deverá ser compatível com o habilitado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Outra novidade é que para vendedora com outorga que possua garantia de fiel cumprimento retida pela ANEEL em razão de leilão anterior, será exigida a adequação do objeto dessa garantia ao leilão atual; se houver constituição de Sociedade de Propósito Específico (SPE) para fins da outorga de autorização, a garantia de fiel cumprimento deverá ter essa SPE como tomadora.

Uma alteração em relação aos editais anteriores diz respeito à diretriz estabelecida no art. 14 da Portaria MME 226/2013: no caso de indisponibilidade, na data de início de suprimento, das instalações de transmissão necessárias para o escoamento da energia produzida pelo vendedor, existe a obrigação de reconstituição de lastro de venda para o vendedor, ainda que a usina seja considerada apta a entrar em operação comercial. Com isso, previnem-se descompassos entre a geração e a transmissão de energia elétrica.

Os interessados poderão enviar contribuições no período de 11 a 25/9 para o e-mail ap102_2013@aneel.gov.br ou para o endereço da Agência: SGAN, Quadra 603, Módulo I, Térreo, Protocolo Geral, CEP: 70.830-110, Brasília – DF. Mais informações sobre o leilão podem ser obtidas aqui. (PG/DB/JS)

* Custo Variável Unitário (CVU) – Valor expresso em Reais por Megawatt-hora (R$/MWh) necessário para cobrir todos os custos operacionais do empreendimento.

(fonte: ANEEL)